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Zico pit bull kills child in Beja Portugal

MARISA SOARES e NATÁLIA FARIA 10/01/2013 – 12:47 (actualizado às 22:15)
Subscritores pedem uma segunda oportunidade para o cão arraçado de pitbull que mordeu o menino de 18 meses no domingo. Associação Animal marca manifestação para 2 de Fevereiro.

Subscritores da petição estão contra o abate do Zico “e de outros Zicos espalhados pelo país” ERIC GAILLARD/REUTERS
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Ministério Público abre inquérito ao caso da criança atacada por um cão em Beja
Criança mordida por cão em Beja morreu no hospital
Cão que atacou criança em Beja vai ser abatido
A ordem de abate do cão que atacou um menino de 18 meses no domingo, em Beja, e que viria a morrer no hospital na terça-feira, está a gerar uma onda de protesto na Internet. Mais de 30 mil pessoas já assinaram uma petição online contra a sentença de morte do Zico.

A petição, dirigida ao canil de Beja e à veterinária municipal, tem como objectivo “lutar contra o abate do cão Zico” e “de todos os outros Zicos espalhados pelo país”. Para os subscritores do documento (30.362 pessoas às 10h15 desta sexta-feira), “um cão que nunca fez mal durante oito anos e atacou é porque teve algum motivo”.

O menino de 18 meses foi atacado no domingo ao final da tarde pelo cão da família, um cruzado de pitbull, raça considerada potencialmente perigosa. Foi transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, onde deu entrada com um traumatismo crânio-encefálico grave, com o crânio esmagado e com massa encefálica arrancada, segundo fonte hospitalar. O menino não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 0h de terça-feira.

A autópsia, realizada na quarta-feira, concluiu que a morte se ficou a dever aos ferimentos provocados pela mordedura do cão, segundo disse ao PÚBLICO fonte do Instituto de Medicina Legal. O funeral ficou marcado para esta quinta-feira, em Setúbal, de onde é natural a mãe da criança.

Explicações não convencem
O animal pertence a um tio do menino, que vive na mesma casa com os pais e os avós da vítima, num apartamento no bairro social conhecido por “Texas”, em Beja.

Na segunda-feira, o avô da criança, Jacinto Janeiro, explicou aos jornalistas que o cão estava “às escuras” na cozinha quando o menino foi àquela divisão e lhe “caiu em cima”, o que terá originado um ataque do animal.

Mas a explicação não convence os subscritores da petição. “Nestes casos há que investigar o que causou a reacção do cão (foi provocado, não está a ser bem tratado, etc.) e pode optar-se pela reabilitação/treino do cão!”, lê-se no documento. “Eles também merecem uma segunda oportunidade!”.

A autópsia concluiu que a morte se ficou a dever aos ferimentos provocados pela mordedura do cão, segundo disse ao PÚBLICO fonte do Instituto de Medicina Legal.

A associação Animal também já desencadeou os procedimentos judiciais para evitar o abate. “A criança e o cão são os dois inocentes desta história. Ao que se sabe a criança não morreu de mordeduras do cão e, de resto, as circunstâncias em que tudo aconteceu são pouco claras: o tutor do cão diz que a criança tropeçou no animal numa divisão às escuras, mas parece-me que toda a situação doméstica evidencia que houve ali negligência”, afirmou ao PÚBLICO Rita Silva, presidente da Animal. A ideia de que a criança não terá morrido devido ao ataque do cão começa a tomar forma nas redes sociais e na Internet, mas contradiz as informações prestadas ao PÚBLICO pelo hospital e pelo Instituto de Medicina Legal.

A decisão de abater o animal partiu da veterinária municipal, Linda Rosa, que após um pedido da PSP para se deslocar ao local na segunda-feira, ordenou que o animal fosse enviado para o canil municipal e, como está determinado na lei, fosse abatido oito dias depois. Quando foi recolhido, o Zico estava “bem tranquilo e não mostrou agressividade nenhuma”, afirmou Linda Rosa.

Rita Silva sublinha que quando levado para o canil o cão “estava maltratado, magro e com as orelhas cortadas, o que é ilegal, e geralmente denuncia uma procura de estatuto ou o uso do cão para lutas”. Assim, e lembrando que mesmo que se venha a confirmar o ataque do animal “este pode ser sempre reabilitado”, a activista sustenta que “a haver um responsável, esse será o tutor do animal”.

Jacinto Janeiro admitiu aos jornalistas que estava “desejando” que o animal fosse abatido e que “há um ano e tal” que tinha ido ao canil para o tentar abater, porque “não tinha condições para ter o cão em casa”. Ao PÚBLICO, a verterinária confirmou que o apartamento da família “não tem as condições necessárias” para o animal, que “dormia na cozinha e durante o dia estava na varanda”.

“Se não se abatem pessoas por cometerem erros, por roubarem, por matarem…então também não o façam com os animais!”, reclamam os subscritores. É o que defende também um grupo de cidadãos que criou uma página no Facebook contra o abate, onde o actor Ruy de Carvalho pede à Câmara de Beja que não abata o animal. “Não há raças perigosas. Existem sim donos perigosos, inconscientes e que não se preocupam, nem em providenciar o bem-estar e educação dos animais que adoptam, nem em proteger aqueles que são mais frágeis, como foi o caso deste bebé”, escreve o actor.

Insurgindo-se contra os que continuam a levar para casa animais “como quem leva um tapete ou um quadro”, Ruy de Carvalho concorda que “a haver culpados, que os há, serão os adultos desta família”.

Cão não está licenciado
A família da criança não apresentou queixa após a agressão mas a PSP de Beja decidiu participar o caso ao Ministério Público, que vai abrir um inquérito.

A responsável do gabinete de relações públicas da PSP de Beja, subcomissária Maria do Céu Viola, disse ao PÚBLICO que até esta quinta-feira o proprietário do cão não tinha ainda entregue quaisquer documentos do animal, que lhe foram solicitados na segunda-feira.

Nesse dia, o tio da criança disse que tinha os documentos mas que não estavam com ele no momento. Fonte da Junta de Freguesia de Santiago Maior disse que o nome do cão – Zico – e o do proprietário não constam da lista de registos. O animal não estava licenciado nem terá o seguro exigido por lei, mas tem um chip identificativo.

Segundo informações apuradas pela Lusa, Jacinto Janeiro já tinha sido atacado pelo menos duas vezes pelo cão, tendo recebido assistência médica.

Porque, na sequência da mediatização do incidente, “as pessoas desataram a entregar os animais que tinham em casa aos canis”, segundo Rita Silva, a Animal agendou para 2 de Fevereiro uma manifestação às portas da Direcção-Geral de Alimentação e Veterinária, cuja política, ainda segundo a activista, “é ordenar sempre o abate como solução para tudo”.

Entretanto, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) anunciou nesta quinta-feira ter pedido ao Governo que, “com a maior urgência, sejam tomadas medidas para que não voltem a acontecer situações” como a que levou à morte da criança de Beja. Em comunicado assinado pela presidente do instituto, Manuela Ramalho Eanes, o IAC manifesta “profunda solidariedade com as famílias que têm sofrido o drama de as suas crianças terem sido mortas por cães de raça perigosa”.

Notícia actualizada às 10h15 de sexta-feira Número de subscritores da petição superou os 30 mil.

Portugal – How the pit bull advocates are scamming a survey from america to save the dog that killed a child in portugal

The order of killing the dog that attacked a boy of 18 months on Sunday in Beja

The boy of 18 months was attacked on Sunday in the late afternoon by the family dog, a cross- pitbull breed considered potentially dangerous. He was transported to the Hospital Santa Maria in Lisbon, where he was admitted with a severe traumatic brain injury, his skull crushed and torn brain tissue, according to hospital sources. The boy succumbed to injuries and died at about 0h Tuesday .

An autopsy conducted on Wednesday, concluded that death was due to injuries caused by dog bites, according PUBLIC source told the Institute of Forensic Medicine. The funeral was scheduled for this Thursday, in Setúbal, where is the natural mother of the child.

This just gets worse and worse , what the hell is going on in portugal and what’s worse why are pit bull advocates trying to save a DOG THAT KILLED A CHILD

As you can see from below many many people that live in countries that are from not Portugal are being told how to sign this pit bull ,take away them and you will have few real signatures from portuguese – most seem to want the child killing pit bull put down .

In order to sign, please insert your name, e-mail, ZIp Code and where it reads “RG”, if you are not portuguese, insert the digits of your telephone number.
Remember to confirm your signature through the e-mail that will be sent to you.
In “comentários” you may state your country and add your personal feelings, which will be very helpful.

How pit bull advocates want to save a pit bull that killed a little boy – Portugal Pit bull kills little boy biting off his head

5 days ago a pit bull killed a 18 month boy. by law is going to be put down, but incredibly there is a petition over the internet with 30000 signatures (i believe some are false) to avoid the authorities to put down the dog. i killed the child by biting part of his head off…. link with more information http://www.publico.pt/sociedade/noticia/mais-de-11-mil-pessoas-contra-abate-do-cao-que-matou-crianca-em-beja-15

The order of killing the dog that attacked a boy of 18 months on Sunday in Beja, and that he died in hospital on Tuesday, is generating a wave of protest on the Internet. More than 11 thousand people have signed a petition online against the death sentence of Zico.

The petition , addressed to the kennel and veterinary municipal Beja, aims to “fight against the slaughter dog Zico” and “all other Zicos across the country.” For subscribers of the document (22 641 people at 22.15 on Thursday), “a dog that never hurt for eight years and is attacked because it had some reason.”

The boy of 18 months was attacked on Sunday in the late afternoon by the family dog, a cross- pitbull breed considered potentially dangerous. He was transported to the Hospital Santa Maria in Lisbon, where he was admitted with a severe traumatic brain injury, his skull crushed and torn brain tissue, according to hospital sources. The boy succumbed to injuries and died at about 0h Tuesday .

An autopsy conducted on Wednesday, concluded that death was due to injuries caused by dog ​​bites, according PUBLIC source told the Institute of Forensic Medicine. The funeral was scheduled for this Thursday, in Setúbal, where is the natural mother of the child.

Explanations unconvincing
The animal belongs to a boy’s uncle, who lives in the same house with his parents and grandparents of the victim in an apartment in the housing estate known as “Texas” in Beja.

On Monday, the child’s grandfather, Jacinto January, told reporters that the dog was “in the dark” in the kitchen when the boy went to that division and he “fell upon” the attack which led to an animal.

But the explanation does not convince the petition signatories. “In these cases it is necessary to investigate what caused the reaction of the dog (was provoked, is not being treated well, etc..) And can choose up the rehabilitation / training dog!” Reads the document. “They also deserve a second chance.”

The autopsy concluded that the death was due to injuries caused by dog ​​bites, according PUBLIC source told the Institute of Forensic Medicine.

The association has also unleashed Animal judicial procedures to prevent the slaughter. “The child and the dog are both innocent in this story. Known When the child did not die from dog bites and, moreover, the circumstances in which it happened are unclear: the tutor tells the dog that the child tripped on the animal division in the dark, but it seems to me that the whole domestic situation shows that there was no negligence, “said the PUBLIC Rita Silva, president of the Animal. The idea that the child will not have died due to dog attack begins to take shape in social networks and the Internet, but it contradicts the information provided by the PUBLIC hospital and the Institute of Legal Medicine.

The decision to slaughter the animal came from municipal veterinary, Linda Rose, who after a request from the PSP to move to the site on Monday, ordered that the animal was sent to the kennel and, as determined by law, should be culled eight days later. When was collected, Zico was “very calm and did not show any aggression,” said Linda Rosa.

Rita Silva points out that when taken to the kennel the dog “was mistreated, skinny and cropped ears, which is illegal, and generally betrays a search of status or use of dog fights.” Thus, remembering that even if you will confirm the attack the animal “this can always be rehabilitated,” the activist argues that “there is a charge, this will be the guardian of the animal.”

January Jacinto admitted to reporters that he was “wishing” that the animal was slaughtered and that “a year ago and that” he had gone to the kennel to try to shoot down because “it was not able to take the dog home.” At PUBLIC, the verterinária confirmed that the family’s apartment “does not have the necessary conditions” for the animal, which “slept in the kitchen during the day and was on the porch.”

“If you do not slaughter people for making mistakes, for stealing, for killing … then do not do well with animals!” Complain subscribers. It also argues that a group of citizens who created a Facebook page against the slaughter, where the actor Ruy de Carvalho asks the Board of Beja that does not slaughter the animal. “There are no dangerous breeds. Owners yes There are dangerous, unconscious, do not worry, not to provide welfare and education of adopting animals or to protect those who are weaker, as was the case with this baby,” writes actor.

Rebelling against those who continue to bring home animals “who takes as a rug or a painting,” Ruy de Carvalho agrees that “to be guilty, that there will be the adults of this family.”

Dog is not licensed
family child did not complain after the assault but the PSP Beja decided to join the case to prosecutors, who will open an investigation.

The head of the public relations office of the PSP Beja, Sky subcomissária Maria Viola, PUBLIC told that until this Thursday the dog owner had not yet delivered any documents of the animal, as requested on Monday.

On that day, the child’s uncle said he had the documents but they were not with him at the time. Source of the Parish of Santiago Maior said the dog’s name – Zico – and the owner is not on the list of records. The animal was not licensed nor have the insurance required by law, but has an identifying chip.

According to information collected by Lusa, January Jacinto had been attacked at least twice by the dog, having received medical care.

Because, following the media coverage of the incident, “people burst into surrender animals they had at home to the kennels,” said Rita Smith, the Animal scheduled for February 2 a demonstration at the gates of the Directorate General of Food and Veterinary whose policy, continued the activist, “is always ordering the killing as a solution to everything.”

However, the Office of Child Support (IAC) announced on Thursday that the Government had asked, “with the utmost urgency, measures are taken so that situations do not happen again” and that led to the death of the child of Beja. In a statement signed by the president of the institute, Manuela Ramalho Eanes, the IAC expresses “deepest sympathy with the families who have suffered the tragedy of their children were killed by dangerous breeds.” news updated at 22.15 Number of petition signatories overcame the 22 thousand.

Do you advocates have no shame
a little boy is dead from a demon dog in another country and you scam a survey through your networks with fake signatures , lovely .